Assessoria de Gestão Psicossocial Contínua

O que acontece com o plano de ação depois que ele é escrito

A assessoria acompanha o plano de ação da sua empresa em encontros mensais com um comitê de liderança designado formalmente. Cada encontro deixa registrado, com data, o que foi decidido sobre cada fator, o que foi feito e o que foi verificado. Uma vez por ano a condição de trabalho é medida outra vez, com instrumento validado, e o conjunto é revisto com o comitê. Esse material subsidia a gestão conduzida pela empresa e pelo seu SST.

Conversa de 30 minutos, sem compromisso, para ver o que a sua empresa já tem em funcionamento e o que o acompanhamento mensal acrescentaria.

O PLANO DE AÇÃO

Registra o que a empresa decidiu fazer sobre cada fator de risco psicossocial.

O ACOMPANHAMENTO MENSAL

Registra o que foi feito, quem assumiu cada medida e o que permanece em aberto.

COMO FUNCIONA

Um encontro por mês, uma medição por ano

Todo mês

E

Reunião com o comitê de liderança designado formalmente pela empresa.

E

A pauta é o plano de ação: o que foi tratado desde o último encontro, quem assumiu cada medida e o que permanece em aberto.

E

O comitê traz o que a empresa já acompanha e observa, e verifica o que mudou nas condições em que o plano opera.

E

A ata é redigida durante a reunião e aprovada pelo comitê antes do encerramento.

Uma vez por ano

E

A condição de trabalho é medida outra vez, com instrumento validado, e comparada à linha de base.

E

O comitê revisa o que está sob acompanhamento: as medidas, a condição medida e o registro do período.

E

A revisão do inventário de riscos permanece com o SST da empresa, que usa esse material como subsídio.

A ata é aprovada pelo comitê antes de a reunião terminar, e não enviada para validação depois. É o que faz dela um documento da própria empresa.

Base normativa

O que a norma pede da organização

O dever é da empresa. O acompanhamento mensal é o que mantém esse dever registrado, com data.

NR-1 · 1.5.4.4.6

A avaliação de riscos constitui processo contínuo e deve ser revista a cada dois anos, e também sempre que ocorrerem as situações que a norma lista. Entre elas está a implementação de medidas de prevenção, para avaliar o risco remanescente.

NR-1 · 1.5.5.3.2

O desempenho das medidas de prevenção deve ser acompanhado de forma planejada. Entre os aspectos que a norma lista estão a verificação da execução das ações planejadas e a participação dos trabalhadores e da CIPA, quando houver.

A implementação de medidas de prevenção é uma das situações que a norma lista para a revisão da avaliação de riscos. Uma empresa que executa o plano de ação chega a essa situação antes de completar dois anos. A periodicidade anual da medição acompanha esse ritmo: não é exigência da norma, é consequência da execução.

Delimitação de escopo

Quem faz o quê

A assessoria trabalha com o SST da empresa, que participa do comitê.

A Empresa

Decide e executa as medidas, porque é ela que controla a condição de trabalho.

O SST da empresa

Conduz o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, mantém o inventário de riscos e o plano de ação, e elabora e assina o Programa de Gerenciamento de Riscos.

A assessoria

Mantém registrado, com data, o que foi decidido sobre cada fator, o que foi feito e o que foi verificado. O Instituto Janus subsidia o trabalho do SST e não o substitui.

FORA DO ESCOPO DA ASSESSORIA

Atendimento clínico e avaliação individual de saúde mental de trabalhadores.

Perícia, assistência técnica judicial e emissão de laudo para fim judicial ou de nexo causal.

Investigação de denúncias. O rito é encaminhado, não conduzido.

Elaboração e assinatura do PGR.

Pesquisa de clima e programa de bem-estar.

Entregáveis

O que fica escrito, e quem recebe

Ata mensal

Redigida durante a reunião e aprovada pelo comitê de liderança antes do encerramento.

Medição anual da condição

A condição de trabalho medida com instrumento validado e comparada à linha de base.

Revisão anual

Do que está sob acompanhamento: as medidas, a condição medida e o registro do período.

A documentação organizada

Tudo o que foi decidido, feito e verificado sobre cada fator, com data. A documentação é da empresa, fica com ela, e é ela quem a apresenta a quem precisar.

CONDIÇÕES DE ENTRADA

Quando a assessoria faz sentido

E

Os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho já foram identificados e avaliados, com uma linha de base registrada.

E

A empresa designa formalmente um comitê de liderança como contraparte permanente, com poder de decisão.

E

Existe estrutura de liderança a coordenar.

A assessoria pressupõe uma camada de liderança a coordenar, e por isso costuma fazer sentido a partir de cerca de vinte empregados. O que decide não é o número: é existir um grupo de pessoas com poder de decisão que possa ser designado como comitê e se reunir todos os meses.

Uma empresa de dezoito pessoas com três encarregados tem comitê possível. Uma de quarenta em que o dono decide tudo, não. Nesses casos, vale verificar em conversa antes de qualquer proposta.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Como são tratados os casos de assédio?

A apuração de denúncia é rito da empresa, conduzido pelo canal que ela mantém. Nos encontros mensais, um caso que apareça é encaminhado a esse canal, com registro da data e do encaminhamento. A condução da apuração não faz parte do escopo.

Onde fica armazenada a documentação, e a quem ela pertence?

A empresa é a controladora dos dados. A documentação é dela, fica armazenada onde ela determinar, e é ela quem define quem tem acesso e a quem apresenta o material.

O atendimento é apenas presencial?

Não. Os encontros mensais podem ser presenciais ou por videoconferência, e o formato é definido na proposta, conforme a estrutura e a localização da empresa.

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